A rede social de partilha de vídeos, detida pela gigante Google, explicou que a medida faz parte de um esforço para que o YouTube seja uma "fonte mais confiável" de notícias e para promover um "discurso político saudável".

Leslie Miller, vice-presidente de assuntos governamentais e políticas públicas do YouTube, disse via blogue que as normas do serviço proibirão "conteúdo tecnicamente manipulado ou modificado de maneira a enganar os utilizadores" e que represente um "risco sério de dano flagrante".

As novas diretivas também proíbem conteúdo que divulgue informações enganadoras sobre a participação nas eleições presidenciais ou nas eleições primárias dos partidos.

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