Há muito que podemos fazer hoje com o smartphone que temos no bolso. Muitas dessas funções e capacidades eram exclusivas, até há bem pouco tempo, dos computadores fixos ou portáteis. Captar vídeos em 8K, fotografar melhor do que com uma câmara convencional, ver vídeos e TV em movimento e jogar, mas não só.

E claro que não nos esquecemos de que também é possível fazer chamadas e comunicar das mais variadas formas, redes sociais incluídas. Mas esses pontos bem vale a pena mencionar face à importância que os utilizadores dão a tudo o resto. E entre as características que mais fazem a diferença na “busca” por um smartphone está o “poder” do ecrã.

As tendências atuais, como seria de esperar, indicam que o ecrã de um smartphone tem de ser grande, de preferência com mais de 6 polegadas e com resoluções fantásticas, bem mais “densas” do que muitos televisores e monitores que “habitam” muitos lares portugueses. E isto porque ver filmes e fotos no telemóvel é um dos “pratos” do dia. Tal como jogar, claro, até porque os títulos no Google Play são cada vez mais, melhores e mais exigentes.

Verifique na galeria os melhores smartphones Android

Para tal, é preciso um processador rápido, pelo menos 6 GB de memória RAM, algo que já é quase standard entre os topos de gama, e espaços para armazenamento farto. E é preciso também autonomia, algo que também já está em excelente nível nestes terminais. Entre 4.000 e 5.000 mAh é o mais “normal” neste momento. E com a “companhia” da carga rápida, claro, com ou sem fios. E até reversível, em vários casos.

À prova de água

Mas há mais, muito mais, nos melhores smartphones Android do momento. Reconhecimento facial avançado, sensores biométricos instantâneos… e certificação IP68. Consideramos este um ponto determinante num terminal móvel que acaba sempre por ser um investimento monetário considerável.

Uma queda sem querer dentro de água, uma ida à praia mais “descuidada”, uma “molha” mais intensa num dia de chuva forte… Estas situações deixam de ser preocupação se usarmos um smartphone com estas capacidades.

Por outro lado, talvez o mais importante: a captação de fotos e vídeos. Em alta resolução, claro, chegando até ao 8K nas câmaras principais. E com câmaras que rodam fisicamente, até. A inteligência artificial tomou conta dos modos automáticos das câmaras dos topos de gama e os resultados no que toca a fotos são incríveis, disso não haja dúvida.

Em modo PC

Da mesma forma, tal como mencionamos no início do artigo, os smartphones mais poderosos podem substituir o computador. Nem todos o conseguem, mas exemplos como o Samsung S10 e os Huawei mais dispendiosos conseguem efetivamente ligar-se a um ecrã externo e mostrar uma interface tipo PC, com apps adaptadas inclusive. A marca chinesa tem um sistema do género que dispensa acessórios e qualquer cabo.

Entre tantas outras características e capacidades, é normal que estes smartphones ultrapassam bastante a fasquia dos 500 euros e “naveguem” em segmentos de preços bastante elevados. É o preço a pagar pelo que de melhor há no mercado dos terminais móveis. E ter um destes objetos de desejo pode mesmo, para alguns utilizadores, superar a vontade de ter um bom computador. Espreite a galeria acima, estão lá seis bons exemplos.

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