“Como parte dos nossos esforços contínuos para manter a segurança das pessoas e combater os abusos na nossa plataforma, o Facebook avançou hoje com uma ação na Califórnia contra uma entidade e duas pessoas por violação dos termos e políticas de publicidade”, avançou ontem, em comunicado, a empresa.

A companhia ILikeAd Media, bem como Chen Xiao Cong e Huang Tao, criaram um ‘malware’ que, após instalado, permitiu que fossem exibidos anúncios fraudulentos, como produtos falsificados ou comprimidos dietéticos, nas contas dos utilizadores.

Conforme indicou o Facebook, os visados utilizavam, por vezes, imagens de celebridades para atrair os utilizadores ou uma prática de ‘camuflagem’, disfarçando o verdadeiro ‘link’ do anúncio.

“Os esquemas de disfarce são, geralmente, sofisticados e bem organizados, dificultando a identificação dos indivíduos ou organizações por detrás das ações. Por isso, não se registaram muitas ações legais deste tipo”, ressalvou a empresa de Mark Zuckerberg, acrescentando que, nestes casos, o Facebook reembolsou as vítimas e ajudou-as a proteger as contas.

Para proteger os utilizadores e desmantelar estes esquemas, a empresa comprometeu-se ainda a continuar a trabalhar para detetar “comportamentos maliciosos”.

Responsabilizar “aqueles que enganam os utilizadores e se envolvem em esquemas de disfarce é importante para manter a integridade da nossa plataforma”, lê-se no documento.

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