o serviço” da Google.

O Kepler-90i, como convencionou chamar-se, é caraterizado pela agência espacial norte-americana como “um planeta rochoso escaldante que orbita sua estrela a cada 14,4 dias”, que foi encontrado recorrendo ao machine learning da gigante tecnológica. A NASA explica, que, neste caso específico, os computadores aprenderam a identificar planetas entre os dados recolhidos do telescópio Kepler.

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Acrescenta ainda que a descoberta surgiu depois de os investigadores Christopher Shallue e Andrew Vanderburg “treinarem” um computador para aprender a identificar exoplanetas nas leituras de luz gravadas pelo telescópio.

Relativamente a possibilidades de vida, há outros sistemas planetários que provavelmente possuem mais promessas nesse sentido do que o Kepler-90, nota a agência espacial.

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