A informação foi transmitida hoje pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, referindo que no âmbito do plano de contingência as operadoras “vão continuar a garantir serviços de comunicação”.

“Para que os cidadãos tenham a informação necessária nesta fase, mas também para permitir que não paremos os serviços das empresas com necessidades desses serviços”, afirmou o ministro.

Em declarações aos jornalistas no aeroporto internacional 4 de Fevereiro, onde desembarcaram hoje 264 médicos cubanos, Manuel Homem reconheceu as necessidades de telecomunicações dos cidadãos em isolamento.

“Há um programa em curso que permitiu que durante estes quinze dias tivéssemos acesso a um pacote com mensagens, voz e dados, vamos reavaliar esses serviços que disponibilizamos em função da prorrogação do estado de emergência para garantir a sua continuidade”, assegurou.

Angola cumpre a partir de sábado, 11 de abril, mais quinze dias de estado de emergência com vista a conter a propagação da covid-19, que já afetou no país 19 pessoas, entre os quais 15 casos estão em recuperação, duas pessoas morreram e duas estão em recuperados.

Os primeiros quinze dias de estado de emergência, que limita a circulação e permanência de pessoas na via pública e determina o encerramento de grande parte das instituições públicas e privadas, terminam hoje.

Um pacote especial mensal gratuito de serviços de telecomunicações por assinante, sobretudo para garantia de serviços mínimos de voz, mensagens e internet aos cidadãos, foi garantido nesse período e será agora reavaliado.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,5 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 94 mil.

Dos casos de infeção, mais de 316 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 811 mil infetados e mais de 65 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, contabilizando 18.279 óbitos em 143.626 casos confirmados até hoje.

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