A governante, que falava à imprensa no final de uma visita de constatação às obras em curso nas centralidades do Zango 0, Zango Intermédio e Zango oito mil, referiu que as restantes habitações estarão prontas para venda na segunda fase, após a conclusão das obras da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).

A ministra disse que a centralidade do zango 0 tem 400 residências disponíveis para venda nesta fase, uma vez que as restantes moradias dependem da conclusão das obras em curso para construção da bacia de retenção das águas pluviais.

Disse estar em fase de concertação a data definitiva sobre o inicio das vendas das referidas moradias, que poderá acontecer antes ou até o mês de Outubro próximo, uma vez que a mesma está a depender do apetrechamento dos equipamentos sociais.

No caso do Zango Intermédio, Ana Paula de Carvalho disse já haver infra-estruturas e um plano para construção de edifícios de até três andares com parcerias público-privadas, pois da parte do Governo resta apenas a colocação do tapete asfáltico e as tampas da rede de esgoto.

Por sua vez, o governador da província de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, mostrou-se preocupado com o andamento das obras das valas de drenagem nas centralidades devido à época chuvosa que se aproxima.

Relativamente à continuação das obras embargadas no Zango Intermédio, o governador prometeu que terão uma fiscalização mais forte, para se combater essas práticas e evitar futuros problemas, pelo facto desta população estar a construir por cima de uma bacia de retenção.

“Vamos continuar a fazer chamada de atenção às pessoas para não construírem nesses sítios porque as consequências poderão vir a ser maiores, mas em alguns casos temos que destruir essas mesmas obras”, disse.

Apontou como solução para a venda de sítios e construções ilegais uma fiscalização mais eficaz e um trabalho para se conversar e sensibilizar as pessoas para deixarem de tais práticas.

Em Abril de 2017 foram postas a venda 33 mil e 862 casas de várias tipologias em algumas províncias do país, pela empresa gestora dos projectos habitacionais do Estado, cujas candidaturas dos interessados em Luanda foram feitas via internet.

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