O projeto quer "dar oportunidade aos jovens, pois há uma grande energia cultural e criativa nos países como Moçambique", sublinhou António Sanchez-Benedito Gaspar.

"Que a cultura esteja no topo, não só do crescimento económico, mas também do entendimento, tolerância e diversidade, que são valores que estamos a impulsionar", acrescentou o diplomata.

O projeto Procultura disponibiliza 19 milhões de euros até 2023 para criar empregos no setor da cultura nos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste, ficando baseado na capital moçambicana, disse Gonçalo Gomes, vice-presidente do Camões, à agência Lusa.

"A sede do projeto vai estar em Maputo. Então, entendemos que devíamos terminar os lançamentos [do Procultura] na capital moçambicana", referiu, depois de a iniciativa ter começado a ser apresentada em maio, em Timor-Leste.

A coordenadora geral do projeto, que terá a seu a cargo a gestão do Procultura, terá a sua base de trabalho a funcionar na capital moçambicana.

Financiado pela UE e cofinanciado pelo Camões (que o vai gerir) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, o projeto de Promoção do Emprego nas Atividades Geradoras de Rendimento no Setor Cultural (Procultura) faz parte do programa de cooperação europeu para os PALOP e Timor-Leste.

Está prevista a atribuição de apoios a projetos geradores de emprego nos setores da música, artes cénicas e literatura infantojuvenil.

Os ministérios da cultura dos respetivos países serão responsáveis pela implementação do Procultura.

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