Com uma pensão que dizem ser “miserável”, os trabalhadores afirmam que a empresa cortou-lhes também serviços como assistência médica e medicamentosa.

O ativista cívico do Soyo, Raul Paulo, diz que são vários trabalhadores nesta condição submetidos a uma reforma compulsiva e sem a respetiva indemnização a que têm direito.

“Os trabalhadores foram mandados para casa à força, sem receberem o que é devido de indemnização”, denunciou.

Em conversa com a VOA, sob anonimato,  alguns trabalhadores disseram que há colegas que morreram sem receber o que tinham direito.

A maioria de nós está a morrer, a cada ano morrem três, quatro reformados”, afirmou um dos trabalhadores, que formalizaram uma reclamação “por via do advogado que entregou uma carta à direção da empresa e por telefone o diretor geral disse-nos que podíamos irmos queixar onde quisermos até no tribunal”.

A VOA tentou mas sem sucesso ouvir a direção da empresa.

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