O director provincial do SME em Cabinda, Ângelo Jeoveth, disse que o assunto está a merecer a devida atenção e os técnicos trabalham para, dentro de dias, apresentar um informa sobre a perspectiva do regresso dos cidadãos angolanos ao país.

“É necessário que haja mais meios de biossegurança para os efectivos que se encontram nos principais postos fronteiriços de entrada, no caso da fronteira do Yema com a RDC onde eventualmente serão recebidos os angolanos retidos naquele país”, disse.

A província de Cabinda recebe diariamente mercadorias a partir de Ponta-Negra (Congo Brazaville) e de (Luanda), sendo que os camiões com carga contentorizada provenientes da capital do país passam pelo território da RDC para atingir a cidade de Cabinda, dai a necessidade do reforço das medidas preventivas com meios de biossegurança.

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