Composta por três elementos, dois dos quais em fuga, os integrantes dessa rede que se faziam passar por funcionários da administração municipal de Mbanza Kongo, ocupavam ilegalmente lotes de terrenos para depois os comercializarem a preços exorbitantes a vários clientes (interessados) no bairro 11 de Novembro, periferia da cidade.

Garcia Ndongala, de 55 anos de idade, líder do grupo, mostrou-se arrependido e disse estar envolvido nesse negócio há mais de um ano.

“Nós burlávamos os clientes dizendo que os terrenos eram nossos e vendíamos há mais de duas pessoas interessadas”, explicou, durante a apresentação aos órgãos locais.

A detenção deste suposto burlador, encontrado escondido no interior de uma arca frigorifica ligada à corrente eléctrica resultou de uma micro-operação desencadeada pelos efectivos do SIC e da Polícia Nacional.

Ainda hoje, a Polícia Nacional apresentou 18 supostos marginais indiciados nos crimes de furto de electrodomésticos, estupro, ofensas corporais e roubo. As suas acções eram desenvolvidas nos bairros 11 de Novembro e 4 de Fevereiro.

Com aquele grupo de suposto burladores, foram apresentados os meios que se encontravam em sua posse, como televisores plasmas, botijas de gás butano, colunas de som, máquinas fotocopiadoras, entre outros bens.

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