O dirigente que presidia a abertura do seminário sobre “Exercício do jornalismo e a liberdade de imprensa”, disse que o sector está a trabalhar na finalização do pacote legislativo da comunicação social e espera terminar este ano, para remeter ao Conselho de Ministro para aprovação e daí para a Assembleia Nacional.

“Neste pacote legislativo contamos remover todos aqueles constrangimentos que ainda se põem a um exercício desejável do jornalismo ou da liberdade de imprensa”, sublinhou.

Disse que pretende-se com o mesmo remover os obstáculos económicos que ainda subsistem para a constituição de novas empresas de comunicação social.

Considerou que no âmbito da implementação das autarquias é fundamental que a nível provincial, municipal e comunitário haja a possibilidade da criação e manutenção, de uma forma sustentável, de empresas de comunicação social radiofónicas, televisivas, de imprensa e digitais.

Falou por outro lado, que o sector da comunicação social está consciente que a igualdade do género é um dos indicadores fundamentais para uma sociedade mais justa e harmoniosa, em que todos se revejam e se sintam “com vez e voz”.

O seminário promovido pelo Fórum de Mulheres Jornalistas para a Igualdade de Género (FMJIG) no âmbito do seu projecto “Juntos pela liberdade de imprensa”, decorre até sexta-feira e conta com a participação de cerca de 20 jornalistas de diferentes órgãos públicos e privados.

O evento tem como objectivo contribuir para o exercício do livre exercício da liberdade de imprensa em Angola e reforçar os mecanismo de apoio e protecção aos jornalistas.

O FMJIG é uma organização angolana constituída por profissionais de órgãos de comunicação social públicos e privados, constituída por profissionais de órgãos de comunicação social públicos e privados, que promove acções que visam a igualdade de género defesa dos direitos da mulher, combate a violência doméstica e o exercício da cidadania, através dos meios de comunicação social.

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