A presidente da fundação, Maria Teresa Segredo, explicou que as duas fases realizadas, ao longo de 2019, que incidiram no Paul e na Ponta do Sol, foram avaliadas positivamente pelos parceiros do projecto na Holanda, que vão apoiar uma terceira fase, em 2020, abarcando toda a ilha de Santo Antão.

Além dos “colaboradores holandeses” (veterinários), o “sucesso” do projecto está a dever-se ainda às câmaras municipais de Santo Antão e ao Ministério da Agricultura e Ambiente, segundo a responsável.

O projecto “Um cão, um amigo”, lançado, em Março, será, entretanto, alargado a todos os municípios de Santo Antão, com castração de cerca de 1.500 cães nos próximos cinco anos.

A ideia do projecto foi lançada por um grupo de cidadãos holandeses, os quais, de visita a Santo Antão, constataram a existência de “muitos cães em situação de abandono”.

Além de castração, o projecto consiste ainda na criação de um canil, que vai ser “uma espécie de um lar” para os cães abandonados.

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