A rainha britânica Elizabeth 2ª concordou, nesta segunda-feira (13/1), com um “período de transição” em que Harry e Meghan (formalmente, o duque e a duquesa de Sussex) vão dividir seu tempo entre o Reino Unido e o Canadá.

Em comunicado, a rainha afirmou “apoiar plenamente” o desejo do casal por um novo papel, embora “preferisse que eles continuassem sendo membros em tempo integral trabalhando pela família real”.

Por enquanto, há poucas informações sobre como será essa divisão de tempo e quais serão as atribuições de Harry e Meghan. Segundo o comunicado da rainha, haverá ainda discussões sobre “assuntos complexos” envolvendo o tema.

“Minha família e eu apoiamos plenamente o desejo de Harry e Meghan de criar uma nova vida como uma jovem família”, diz o texto divulgado pela rainha. “São assuntos complexos para a minha família resolver, e ainda temos trabalho a fazer, mas pedi que as decisões finais (a respeito) sejam tomadas nos próximos dias.”

As discussões em torno do papel a ser desempenhado por Harry e Meghan ocorreram em uma reunião emergencial nesta segunda-feira, depois de o casal surpreender o mundo — e a família real — anunciando que eles pretendem deixar de ser “membros seniores” da família real britânica e “trabalhar para se tornarem financeiramente independentes”, dividindo seu tempo entre o Reino Unido e a América do Norte.

Em comunicado publicado no Instagram na semana passada, o casal anunciou que planeja “construir gradualmente um novo papel dentro desta instituição” e que quer trabalhar para tornar-se “financeiramente independente”.

Também nesta segunda-feira, os príncipes Harry e William negaram, em comunicado conjunto, as informações citadas por uma reportagem do jornal The Times, que dizia que Harry e Meghan se sentiam excluídos da família e eram “constantemente alvo de bullying” por parte do irmão mais velho, William.

Os irmãos disseram que isso é “falso” e “ofensivo”.

“Para irmãos que se preocupam tanto com questões relacionadas à saúde mental, o uso de linguagem inflamatória desse modo é ofensivo e potencialmente danoso”, dizia o comunicado.


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