Em entrevista ao SAPO, Fátima Silva, responsável pela marca que possui uma grande variedade de produtos concebidos à base de múcua, moringa, laranja, abacate e caxinde, destacou que, enquanto iniciativa, a ProBeauty é uma resposta ao célebre pedido de “diversificação da economia angolana”.

“A Probeauty vem atender à necessidade da falta de produtos direccionados para a pele e cabelo da mulher angolana. Quando idealizámos o projecto, debatemo-nos com uma enorme lista de dificuldades em relação à importação de matérias-primas, foi então que decidimos olhar para a rica flora do país e trabalhar com produtos nacionais. Encontramos a múcua, o gengibre, a chandala, a moringa e demais activos que são a base dos nossos produtos naturais, funcionais e livre de químicos”, afirmou.

ProBeauty
Fátima Silva - CEO ProBeauty

Ainda durante a conversa, a responsável realçou a importância de desconstruir o tabu de que só o cabelo liso é belo.

“As mulheres africanas querem cada vez mais assumir o seu cabelo, a sua identidade, e estar no poder da sua beleza. E é por isso que entramos na luta que é desmistificar o conceito de beleza e desassociá-la do formato europeu, que muito a associa ao cabelo liso”, afiançou.

ProBeauty

Para finalizar, acerca da participação na FILDA 2019, a CEO da ProBeauty frisou: “Aqui, na feira, estamos a mostrar na prática o resultado dos nossos produtos. Não basta dizer que são bons, é preciso mostrar. Por isso, estamos a promover “o diferencial” através de limpezas de pele, dicas de penteados e lições sobre a aplicação dos nossos diversos produtos.

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