Em declarações à imprensa no final de uma visita a oito municípios, dos nove que compõe o Cuando Cubango, o líder político afirmou que o que se tem feito não tem abrangido a todos os angolanos.

Para Samakuva, os angolanos não podem continuar a manter os olhos nas grandes cidades e no litoral, mas em todo o país.

Disse que o governo de João Lourenço tem manifestado boas intenções, mas estas não cobrem todas as áreas fundamentais da vida dos cidadãos, bem como a sua governação não passou às acções práticas.

Disse que nas conversas mantidas com as populações, durante a sua visita ao interior do Cuando Cubango, sentiu-se que a condição de vida tem piorado cada vez mais, apesar de ter reconhecido que não é de um dia para o outro que as coisas devem ser mudadas.

Sobre a realidade constatada, Samakuva questionou se o governador do Cuando Cubango, Pedro Mutindi, conhece a realidade de toda a província, argumentando que as pessoas por si visitadas encontram-se ainda num mau.

Deplorou o estado actual das vias de circulação no interior daquela região, por se usar corta-mato, o que não permitiu a caravana andar 10/hora, numa altura em que as estradas arranjadas há cinco anos e paralisadas transformaram-se em buracos.

Prometeu que todas as questões constatadas no Cuando Cubango serão transmitidas aos vários sectores através de um memorando, desde ao ministério do Interior, Acção Social, Família e Igualdade no Gênero, este último por se ter constatado a existência de muitas adolescentes com bebés, as FAA, entre outros.

O objectivo, conforme sublinhou, é de permitir que os diversos sectores tomem decisões pontuais em relação a realidade aferida nos municípios do interior do Cuando Cubango venha a ser igualmente constatada por diversos responsáveis.

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