A suspensão das festas traduz-se na prática na não realização dos eventos nelas inseridas com realce para a feira agropecuária que expõe o potencial do gado da região, a Expo Huíla, considerada a maior bolsa de negócios do sul de Angola.

Isto para além dos já tradicionais 200 quilómetros da Huíla, a prova automóvel que encerra as festividades.

Domingos Fernandes,  do comité de festas da Nossa Senhora do Monte, antevê perdas incalculáveis com a não realização do evento.

“A perda não é só a direcção do complexo não é só a comissão de festas é todo um conjunto de actores entre eles s empresários da área de hotelaria que vão ter um prejuízo enorme inclusive as pessoas que normalmente fazem parte da feira aquelas que vendem nas barracas também não poderão exercer as suas actividades”, disse.

“Os prejuízos são incalculáveis nesta altura”, acrescentou.

Perante o actual cenário, o presidente de direcção da Associação Agropecuária, Comercial e Industrial da Huíla, (AAPCIL) promotor da Expo Huíla, Paulo Gaspar, pensa realizar até final do ano as chamadas feiras sectoriais.

“Estamos a prever exposições sectoriais (pois)nós fazemos normalmente a feira do milho a feira da batata a feira das hortícolas que é em Dezembro e estamos a procurar manter este de tipo de feiras porque envolve muito menos gente, são feiras mais direcionadas para o sector empresarial e acreditamos que vamos conseguir fazer” acrescentou

Ao contrário dos anos anteriores, a procissão à padroeira de Nossa Senhora Monte, a cerimónia religiosa do evento, vai acontecer com menos gente e marcadamente de automóvel, sem fiéis a caminhar até à capela como o habitual

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