O facto foi anunciado, quarta-feira, à Angop, pelo vice-presidente da Associação provincial dos Pescadores em Cabinda, António de Jesus, tendo referido que os cinco pescadores deixaram a região de Cabinda, por volta das 10 horas, do dia 9, com destino à zona piscatória da província do Zaire

António de Jesus disse que os membros da associação começaram a suspeitar de alguma anormalidade pela demora em retornar à Cabinda, visto que o prazo para permanecer em alto mar é, em média, de 8 dias.

Informou que a associação já contactou a Capitania do Porto de Cabinda no sentido de apoiar nas operações de busca e salvamento dos cinco pescadores, dois angolanos e três santomenses.

O proprietário da embarcação, Mavinga Tomás, que encontra-se há dois dias no município do Soyo, província do Zaire, ressaltou que está  já a receber apoios da capitania local, que está a apoiar nos trabalhos de busca com duas embarcações.

Referiu que as buscas estão a ser feitas nas zonas limites das plataformas petrolíferas e também nas áreas das comunas de Kinzau.

Até ao momento, precisou, não foi encontrado qualquer sinal indicador de acidente ou avaria da embarcação.

Segundo Mavinga Tomás, a embarcação está munida com equipamento de salva-vidas, além de telemóveis para comunicação com o pessoal em terra.

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