Uma nota de imprensa da administração do parque, citada pela agência noticiosa angolana, Angop, indica que as aves estavam no centro de reabilitação do parque, criado em 2018, depois de recuperadas das mãos de caçadores furtivos.

O documento salienta que estão sob controlo da administração nove papagaios, espécie protegida por lei, mas em perigo devido à caça furtiva e comercialização por traficantes nacionais e estrangeiros.

Para fazer face à situação, as autoridades têm promovido programas de sensibilização e educação ambiental nas comunidades, sobre a importância do papagaio-cinzento na atração turística local, tendo em 2018, oito fiscais e populares dos municípios de Buco Zau e Belize recebido formação de veterinários espanhóis sobre esta matéria.

O papagaio-cinzento, igualmente conhecido por papagaio-do-Congo ou papagaio-do-Gabão, é nativo da África subsaariana, e fortemente explorados pelo mercado de animais de estimação e sujeitos à redução de habitat por desflorestamento exacerbado, tendo por isso sido colocados na lista de animais ameaçados de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza.

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