Segundo a nota de imprensa enviada ao SAPO, a referida organização pretende abraçar a estratégia do Governo de diversificação da economia, contribuindo para o aproveitamento do potencial turístico da região angolana do Okavango. Para o efeito, foi apresentada esta intenção junto da Agência Nacional para a Gestão da Região do Okavango (ANAGERO), o órgão responsável pela promoção, atracção e facilitação do investimento privado na região.

Em 2000, a organização detinha o direito de explorar a coutada do Luiana, tendo, na época, desenvolvido algumas actividades de desminagem, reabilitação das infra-estruturas e contratação de fiscais. Entretanto, em 2011, com a transformação em Parque Nacional de Luengue Luiana, o grupo, de acordo com a lei, perdeu esse direito.

Ainda assim, a organização integrada por sócios que no passado se dedicaram a defesa da pátria, pretendem agora concorrer para voltar a desenvolver os seus projectos turísticos naquela região, que tão bem conhecem.

Para a ANAGERO, constitui um bom indicador o interesse que a região do Okavango desperta a quem lá quer investir. A zona precisa sim de investimentos, essencialmente de Infraestruturas.

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