Numa cerimónia realizada na terça-feira, na sede da UNESCO em Paris, a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, rubricou conjuntamente com o director-adjunto-geral da UNESCO, Firmin Matoko, o protocolo de acordo que presidirá a organização da Bienal da Paz na capital angolana.

Em declarações à RFI, Carolina Cerqueira realçou o significado do evento para Angola, durante o qual serão debatidas problemáticas, nomeadamente como a luta anti-corrupção e os direitos das mulheres.

Realizada numa parceria entre Angola e a Unesco , a Bienal da Paz de Luanda, que decorrerá na capital angolana a partitr de Setembro de 2019, visa inserir a África e o mundo em geral na dinâmica de uma cultura da paz, bem como a afirmação dos países africanos na defesa dos direitos humanos e a luta anti-corrupção.

O evento, que incluirá actividades culturais e cívicas,terá como objectivo a promoção e o enraízamento de uma cultura de paz no continente africano.

Terça-feira, na sede da UNESCO em Paris, a ministra da Cultura angolana, Carolina Cerqueira, assinou com Firmin Matoko, director-adjunto geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura, o acordo que definirá as modalidades da Bienal da Paz, assim como as atribuições e direitos do Estado angolano e da atrás citada agência da ONU, com vista ao acontecimento que transformará Luanda na capital mundial da paz na segunda metade do ano de 2019.

Criar e consolidar os laços fraternos e solidários entre os países africanos no âmbito de uma forte cultura da paz é a ideia que a Bienal da Paz de Luanda visa expandir.

A ministra da Cultura angolana, Carolina Cerqueira, realçou a importância do evento e o significado para o seu país,cujo objectivo é promover a paz no seio dos africanos.

Segundo ainda a responsável pela pasta da Cultura de Angola, durante a bienal os debates porão em destaque a juventude e o seu papel na luta contra a corrupção, assim como a protecção da mulher perante a violência doméstica.

O convite, para a organização de uma Bienal da Paz em Luanda, foi formulado pela directora Geral da UNESCO Audrey Azoulay, por ocasião da visita do Presidente João Lourenço à sede da organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura, em Julho de 2018.


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