Os jornalistas levantaram vários problemas que vão desde ameaças por parte das autoridades à falta de condições nas viagens para a cobertura de actos oficiais e falta de colaboração de entidades governamentais.

No último ano e meio exercer jornalismo na província do Kwanza-Sul não tem sido fácil pois os profissionais sofrem quase diariamente ameaças de prisões por parte de todos intervenientes dos órgãos de justiça com a polícia nacional inclusa.

Julieta Domingos jornalista da Rádio Nacional de Angola disse que as condições em que os jornalistas trabalham “é muito constrangedora …mas faça sol ou faça chuva devemos exercer o nosso trabalho”.

Jelson Pimentel da Fonseca jornalista da Rádio Ecclésia disse que muitos dirigentes de departamentos recusam-se a falar com jornalistas alegando não terem ordens do governador quando muitas vezes são questões “do domínio enquanto director ou gestor de um determinado órgão ou instituição e não do governador”.

Job Capapinha disse nunca ter dado ordens para entidades oficiais não falarem aos jornalistas.

“Antes pelo contrário o que eu costumo dizer é que, eu sou o último a falar”, disse.

“Falem vocês primeiro mas, falem bem, comuniquem bem”, acrescentou.

Saúca Miguel jornalista da Televisão Pública de Angola disse que os jornalistas encontram enormes dificuldades em acompanhar actos oficiais no interior da província devido a fraco alojamento e alimentação.

No Kwanza-Sul Operam jornalistas da Rádio Nacional de Angola, TPA, Angop, Jornal de Angola, Voz da América, Rádio Ecclésia, Rádio Kairóz e Rádio Despertar.

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