Destino Pedro considerou importante para um controlo dos bens culturais inventariar as colecções (com fotografias), bem como a protecção das instalações que retêm as colecções, dentre outras.

O responsável teceu tal recomendação quando abordava o tema “INTERPOL e o combate ao tráfico ilícito de obras de arte e outros bens culturais”, no seminário sobre “Combate ao tráfico ilícito de bens culturais”, promovido pelo Instituto Nacional do Património Cultural.

Disse que a instituição não tem recebido denúncias de roubo de bens culturais, tendo a última sido registada em 2002.

Segundo Destino Pedro, a sociedade e outros intervenientes, devem reportar quando existir um furto, terem cuidado na compra, transporte e encomendas de bens culturais, bem como certificar-se da origem de uma obra comprada, adquirindo a documentação necessária.

Por seu turno, o especialista da Administração Geral Tributária (AGT), Idalécio Cardoso, que falava sobre “A protecção dos bens culturais à luz da legislação angolana”, defendeu a introdução de reformas legislativas profundas que permitam, além da potenciação do desenvolvimento económico, de atracção de investimento e promoção de emprego.

“Num tempo de globalização, integração e progressiva abertura ao exterior, o sistema tributário precisa dar respostas rápidas com leis próprias a esse tipo de fenómeno”, frisou.

Participaram no encontro, que teve como objectivo a troca de experiências e desenvolvimento e integração de ferramentas tecnológicas de combate do fenómeno, quadros dos ministérios da Cultura, Interior e Finanças, bem como individualidades ligadas a cultura.

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