Em declarações hoje, sexta-feira, à Angop, o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, Eduardo António, adiantou que o incêndio foi provocado pelos populares, na sequência da preparação do terreno para a prática da agricultura.

“Embora proibida, é uma prática recorrente nessa época”, disse.

Segundo o responsável, o incêndio não provocou danos humanos e nem materiais, apenas a lamentar danos ao ecossistema.

Fez saber que nesta época do ano, às famílias camponesas realizam queimadas para a prática agrícola e, também, para a caça, provocando danos ao meio ambiente.

Eduardo António adiantou que três jovens morreram, em Setembro, no município da Cela, quando foram envolvidos pelo fogo de uma queimada.

Aconselhou a população a não realizar queimadas anárquicas, visto que provoca danos ao meio ambiente e ao ecossistema.

Várias zonas têm sido incendiadas por cidadãos para preparar a terra para a lavoura e para caça, a exemplo do que ocorreu há uma semana, na Fazenda Agrolíder, em que cidadãos atearam fogo num determinado espaço e o mesmo se propagou-se de forma descontrolada, causando danos à Fazenda, na área da Quibala, e no município da Cela, afectando 30 residências.

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