O programa lançado pelo executivo visa o reforço da capacidade financeira das famílias no meio rural para fortalecer o seu poder aquisitivo, com valores monetários de 25 mil e 500 kwanzas por família trimestralmente, cuja primeira dotação decorre esta semana.

Na ocasião, a administradora municipal da Cacula, Cármen Duarte, agradeceu ao governo pela escolha do município na fase piloto, por ser um instrumento que vai ajudar no alívio do sofrimento dos mais desfavorecidos, via transferências sociais monetárias e como meio de concretização do desenvolvimento local sustentável.

Realçou que o município tem grandes focos de vulnerabilidade, havendo em consequência disso inúmeras famílias  carentes  por uma assistência social  institucionalizada, um problema que se agrava a cada dia  em  virtude da situação da pandemia da Covid-19.

Por sua vez, o director nacional da Fundo de Apoio Social, FAS, Belarmino Jelembi, disse que o programa de fortalecimento do sistema nacional de protecção social passou da fase piloto para a  de expansão e vai obedecer quatro etapas.

“Há uma área de trabalho que é a área das transferências monetárias, transferências directa de renda  de 25 mil e 500 kz por trimestre, a segunda componente é a  de identificação de iniciativas produtivas e económicas nos municípios  e nas localidades em que o  projecto vai ser implementado como  o caso concreto da Cacula, a terceira tem a ver com a municipalização da acção social e a quarta é o  reforço do cadastro social único”, frisou.

Já a vice-governadora para o sector político, social e económico, Maria João Chipalavela, disse que com a entrega de  somas monetárias estão criadas as condições para aumentar a capacidade  produtiva e de  sobrevivência das famílias  rurais da Cacula, pois o programa vai permitir responder as preocupações como a emissão do Bilhete de Identidade, reforço da actividade produtiva, entres outros aspectos.

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