Até agora, segundo a Comissão Sindical da empresa, o Conselho de Administração não deu quaisquer explicações sobre o caso.

Com esta greve de cerca de 300 trabalhadores a cidade de Luanda vai registar um acúmulo de lixo que pode levar à explosão de doenças, como o paludismo.

Em 2016 os trabalhadores tinha feito uma greve e acusaram a empresa de um atraso salarial de dois meses, de não avançar com a reconversão das carreiras e de violar direitos ligados à segurança e higiene no trabalho.

Henrique António Munda, responsável da Comissão Sindical na empresa, diz “não entender a razão do não pagamento dos salários”.

O funcionário da ELISAL acrescenta que se não houver acordo entre as partes, a greve vai continuar porque a situação mantém-se apesar de já ter passado pela empresa três diferentes direcções.

“Enquanto não houver uma resposta por parte da direcção da empresa, a greve vai continuar”, assegurou Munda.

Apesar dops esforços, não foi possível falar com a direcçao da empresa.

Recorde-se que, desde o início da actual legislativa, trabalhadores de vários sectores em Angola têm reclamado por melhores condições de trabalho, aumentos salariais e mais segurança e higiene no trabalho.

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