A informação consta de um despacho presidencial de 11 de Março, a que a Lusa teve ontem acesso, que autoriza a empreitada, embora sem adiantar valores, “devido ao carácter de urgência da reabilitação da pista do aeroporto 04 de Fevereiro”.

O mesmo despacho autoriza “a despesa e a abertura do procedimento de contratação simplificada” para a reabilitação da pista do aeroporto de Luanda, construído no período colonial e modernizado há cerca de uma década.

O documento refere ainda que o Ministério das Finanças deve “assegurar os recursos financeiros necessários” à empreitada de reabilitação.

O Governo angolano anunciou na quarta-feira que as obras do Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL), em construção por empreiteiros chineses há dez anos e com financiamento da China, vão ser submetidas a correcções de engenharia e funcionalidade, para adequar a estrutura aos padrões da modernidade, inovação e de conforto dos passageiros.

Segundo o ministro dos Transportes angolano, Ricardo de Abreu, as correcções ao projecto, a decorrer até 2022, serão lideradas por uma comissão técnica, a indicar.

As medidas resultam de informações constantes de um memorando sobre o estado de execução da obra, aprovado na quarta-feira em Conselho de Ministros, em que não foi avançada uma data para a abertura das operações aeroportuárias.

"Estamos a falar de um projecto que começou há dez anos, cuja concessão também é muito antiga", afirmou Ricardo de Abreu, aludindo à obra em edificação na comuna do Bom Jesus, no município de Icolo e Bengo, a 30 quilómetros de Luanda, capital do país.

Em outubro de 2017, após uma visita realizada pelo Presidente angolano, João Lourenço, foi anunciado que o NAIL deveria começar as operações em 2019, um atraso de dois anos em relação à previsão anterior, tendo o adiamento sido justificado por dificuldades financeiras.

Na quarta-feira, o ministro dos Transportes assegurou que já existe uma reserva financeira do Ministério das Finanças para se avançar com os trabalhos de correcções.

Os vários contratos públicos envolvendo obras do NAIL e acessibilidades rodoviárias estão avaliados em mais de 5.000 milhões de dólares (cerca de 4.350 milhões de euros).

O Governo angolano prevê que o Novo Aeroporto Internacional de Luanda poderá acolher até 15 milhões de passageiros por ano.

A informação consta de um despacho presidencial de 11 de Março, a que a Lusa teve hoje acesso, que autoriza a empreitada, embora sem adiantar valores, “devido ao carácter de urgência da reabilitação da pista do aeroporto 04 de Fevereiro”.

O mesmo despacho autoriza “a despesa e a abertura do procedimento de contratação simplificada” para a reabilitação da pista do aeroporto de Luanda, construído no período colonial e modernizado há cerca de uma década.

O documento refere ainda que o Ministério das Finanças deve “assegurar os recursos financeiros necessários” à empreitada de reabilitação.

O Governo angolano anunciou na quarta-feira que as obras do Novo Aeroporto Internacional de Luanda (NAIL), em construção por empreiteiros chineses há dez anos e com financiamento da China, vão ser submetidas a correcções de engenharia e funcionalidade, para adequar a estrutura aos padrões da modernidade, inovação e de conforto dos passageiros.

Segundo o ministro dos Transportes angolano, Ricardo de Abreu, as correcções ao projecto, a decorrer até 2022, serão lideradas por uma comissão técnica, a indicar.

As medidas resultam de informações constantes de um memorando sobre o estado de execução da obra, aprovado na quarta-feira em Conselho de Ministros, em que não foi avançada uma data para a abertura das operações aeroportuárias.

"Estamos a falar de um projecto que começou há dez anos, cuja concessão também é muito antiga", afirmou Ricardo de Abreu, aludindo à obra em edificação na comuna do Bom Jesus, no município de Icolo e Bengo, a 30 quilómetros de Luanda, capital do país.

Em outubro de 2017, após uma visita realizada pelo Presidente angolano, João Lourenço, foi anunciado que o NAIL deveria começar as operações em 2019, um atraso de dois anos em relação à previsão anterior, tendo o adiamento sido justificado por dificuldades financeiras.

Na quarta-feira, o ministro dos Transportes assegurou que já existe uma reserva financeira do Ministério das Finanças para se avançar com os trabalhos de correcções.

Os vários contratos públicos envolvendo obras do NAIL e acessibilidades rodoviárias estão avaliados em mais de 5.000 milhões de dólares (cerca de 4.350 milhões de euros).

O Governo angolano prevê que o Novo Aeroporto Internacional de Luanda poderá acolher até 15 milhões de passageiros por ano.z

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