Sérgio Rescova subiu ao candongueiro na baixa de Luanda, utilizando um que fazia a rota Mutamba/Congolenses (e vice-versa), desceu no triângulo dos Congolenses, transferindo-se para outra viatura com destino ao município de Viana.

Num percurso de aproximadamente 20 quilómetros do centro da cidade até a vila de Viana, pagando 150 kwanzas por cada etapa da viagem, o governador interagiu com motoristas, cobradores e passageiros, que não contavam com a presença do governador de Luanda nas suas viaturas.

Na viagem com duração de mais de uma horas, o governador disse que andar de táxi é uma realidade da província e do país e os taxistas são jovens que prestam um serviço social à nação e sustentam as suas famílias com a actividade que exercem..

Sérgio Rescova é de opinião que os taxistas devem ser apoiados e com eles tentar corrigir algumas situações negativas que os cidadãos lhes apontam.

Depois de um breve encontro com responsáveis de associações de taxistas em Viana, Sérgio Rescova Joaquim optou por regressar a Luanda num autocarro público da paragem da Ponte Amarela até a moagem da Estalagem, num percurso que durou aproximadamente 30 minutos.

O taxista Angelino Kissongo, que desenvolve essa actividade há 14 anos, disse que saiu hoje para trabalhar e não esperava transportar o governador do triângulo do Congolenses até ao centro de Viana, naquela que é chamada Viana Vila.

Enalteceu o facto do governador da capital ter optado pelo táxi para conhecer de perto alguns problemas enfrentados por quem faz o serviço de transporte de passageiros.

A passageira Madó MC Fina disse que aproveitou o momento para abordar com o governador alguns assuntos da actualidade, depois de se aperceber que estavam no mesmo transporte.

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