A chuva registada um pouco em todo o país, causou alterações nas características da água bruta da estação de bombagem do rio Bengo, no Kifangondo. Junta-se a situação de redução no fornecimento, o facto da EPAL estar a gerir um défice de mais de 650 mil metros cúbicos.

Em declarações hoje (sexta-feira), à  imprensa  no final da visita de constatação as instalações da empresa com os órgãos de comunicação social, o director de gabinete de comunicação institucional e imprensa da EPAL, Domingos Paciência, informou que o abastecimento de água para a capital é feito por fases, o que obriga a manobras constantes nos equipamentos, causando o desgaste acelerado.

Quanto a qualidade do produto afirmou que a água distribuída à população pela EPAL possui bastante qualidade para o consumo humano, tendo em conta o procedimento a que é submetida, desde a sua captação, assim como a especificidade dos produtos utilizados no  tratamento.

Disse que a qualidade pode ser alterada durante o percurso efectuado até ao cliente, devido a falta de saneamento de alguns locais onde estão colocados os tubos de distribuição da empresa.

Fez saber que a greve decretada pelos funcionários, há quase duas semanas e por tempo indeterminado, não irá alterar o programa de distribuição de água a cidade  capital.

Os projectos de água Quilonga Grande e Bita, na província de Luanda, vão aumentar a capacidade actual de produção de 550 mil metros cúbicos para um milhão, 200 mil metros cúbicos dia, quantidades necessárias para atender o défice registado.

O projecto Bita reforçará a distribuição de água no Camama, Cabolombo (zona verde), Mundial, Ramiros e no futuro o centro de distribuição da Maianga, enquanto Quilonga Grande, com captação no Bom Jesus, vai reforçar a distribuição nos Zangos, novo aeroporto, km30, zona industrial de Viana, Capalanca  e Centralidade do Sequele.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.