Segundo produtores falaram hoje à Angop, no município da Quibala, à margem de um encontro com o secretário de Estado da Energia e Águas, António Belsa da Costa, minutos após o lançamento da subestação de energia com uma capacidade de 10 megawats.

De acordo com os produtores de gados, café, citrinos, cereais, hortícolas, peixes, aves e bebidas os gastos com os combustíveis e lubrificantes são elevados, aliados ao mau estado de algumas vias de acesso, o que torna mais caro o produto ao consumidor final.

Para José Macedo, da Fazenda Nova Agro Líder, a instalação da subestação vai reduzir os preços produtos, enquanto para Victor Almeida da Fazenda Kambondo, está poderá aumentar a sua capacidade,.

'José Artur Neves da Fazenda Santo António disse ser louvável a chegada da energia nas suas fazendas porquanto os gastos serão reduzidos.

“Começamos a fazer a preparação desse projecto em Janeiro, está concluída, estão criadas condições por isso, na presença do vice-governador do Cuanza Sul, Demétrio Sepúlveda, demos o arranque e garantimos que findos seis meses o município e fazendas estarão electrificados”, assegurou.

António Belsa da Costa explicou que optou-se por uma subestação provisória, porque a sua instalação leva menos tempo (seis meses) e pela urgência em se electrificar as fazendas com vista a minorar os gastos dos proprietários e empoderar mais o consumidor final.

Revelou que está em trâmite alguma documentação e processo administrativo para a instalação da subestação definitiva que terá a duração de 22 meses.

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