Por ocasião das comemorações do 11 de Novembro, data do Armstício que pôs fim a Primeira Guerra Mundial, ocorrida entre 1914 e 1918, o Presidente Emmanuel Macron prestou homenagem aos 549 militares mortos pela França, em operações levadas à cabo no estrangeiro desde 1963, ao inaugurar em Paris um monumento em sua honra .

De acordo com o chefe de Estado francês, do Chade ao Mali, do Líbano ao Iraque e dos Balcãs à Síria e ao Burkina Faso, os militares tombados em combate, honraram, de cada vez, a França. Emmanuel Macron, sublinhou durante a cerimónia de inauguração do memorial situado no parque André-Citroën, no décimo quinto distrito de Paris, que o monumento era deles.

O Presidente Emmanual Macron destacou a bravura e o sacrifício dos militares que deram a vida pela França.

Ao recolher-me diante deste muro, há momentos atrás. Vi através desses nomes, muitas vidas, muitos destinos. Mais de quinhentos. Exactemente, quinhentos e quarenta e nove. Cada um, com a sua história própria. Uma história de compromisso, de dignidade, de honra.

Cada uma terminou frente ao sacrifício supremo, que reconhecem estas quatro palavras. Tão simples e ao mesmo tempo muito grande… Morto pela França.

O mais dilacerante réquiem de glória e de dor“.

(Emmanuel Macron)

O monumento é uma escultura alta debronze, que representa seis soldados( (cinco homens e uma mulher ), com as cabeças cobertas, respectivamente por um quépi, uma boina e um boné.

Com uma cara grave, os soldados esculpidos carregam um caixão, símbolo do vazio e da ausência. Ao lado, num muro, estão escritos os nomes dos 549 militares, dos quais duas mulheres, mortos pelo inimigo ou a seguir à ferimentos de guerra e à doença, bem como à acidentes, nos 17 teatros de operação estrangeiros desde 1963.

Dos militares homenageados,141 morreram no Líbano,129 no Chade, 85 no Afeganistão e 18 na ex-Jugoslávia.

Emmanuel Macron sublinhou que através da inauguração do memorial do parque André-Citroën, ele concluiu um projecto inspirado pelo ex-presidente Nicolas Sarkozy e prosseguido pelo seu antecessor François Hollande, no âmbito da continuidade republicana que fortalece a nação francesa.


Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.