Um taxista  confessou ter assassinado uma recém-casada durante a lua de mel dela na Cidade do Cabo, na África do Sul, acusou o marido de ser o mandante do crime.

O sul-africano Zola Tongo disse que teria morto Anni Dewani, nascida na Suécia, a mando do esposo dela, o britânico Shrien Dewani.

Tongo disse que Shrien perguntou se conhecia alguém que podessematar sua esposa e ofereceu 50 mil rands, para cada uma das pessoas que ele contratasse para cometer o crime (mas acabou pagando apenas mil)

Shrien Dewani negou participação no crime. Na sua versão, o motorista foi atacado por homens armados quando  voltavam ao hotel. Ele e Tongo terão sido obrigados a sair do carro, e Anni foi sequestrada e depois morta.

O corpo da mulher foi encontrado um dia depois do crime, em uma favela da cidade, tinha levado um tiro na nuca.

O caso chamou a atenção no Reino Unido e na África do Sul, onde a taxa de criminalidade é alta, mas ataques a turistas estrangeiros são raros.

O taxista fez um acordo com a Justiça para confessar e foi sentenciado a 18 anos de prisão.

Comprometeu-se a revelar provas sobre outros suspeitos, incluindo dois sul-africanos presos logo após o corpo ter sido encontrado.

SAPOGlobo

 

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