Os meios de locomoção foram distribuídos pela governadora da província do Huambo, Lotti Nolika, que está a avaliar a situação económico-social desta municipalidade, cuja sede está situada a 64 quilómetros a Oeste da capital do Planalto Central.

Trata-se de cidadãos com idades compreendidas entre os sete os 23 anos, que contrairam a deficiências físicas devido a má formação congénita.

Em gesto de agradecimento, os beneficiários louvaram a iniciativa da governadora, realçando que estas cadeiras representam a concretização de um sonho antigo, já que tinham dificuldades para se deslocar sem ajuda de alguém.

No cumprimento da jornada de campo, Lotti Nolika radiografou a situação social e económica das comunas da Chilata e da Catabola, enquanto na sede municipal inteirou-se do grau de execução das acções dos planos Integrado de Intervenção dos Municípios (PIIM) e de Investimentos Públicos (PIP).

A governadora também foi ver de perto as condições de trabalho da fábrica de adubos orgânicos (Soiadubo), que desde 2013 produz fertilizante agrícola à base de excremento de gado bovino, capim e cevada, com a finalidade específica de dar mais dinâmica ao sector da agricultura.

Antes de regressar à cidade do Huambo, capital da província com o mesmo nome, concedeu audiências, em separado, a líderes religiosas, autoridades tradicionais, associações juvenis e repensáveis dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna.

Estima-se que a população do Longonjo seja de 110 mil pessoas, distribuídas pelas comunas Catabola, Chilata, Lépi e Sede municipal, que fazem da agricultura familiar e da pecuária a principal fonte de renda.

Segundo a História, o nome Longonjo (palavra de origem Umbundu) constitui o plural da expressão “ongondjo”, casca de tronco, em português. Antigamente, o material servia para transportar mercadorias, com realce para brita e outros objectos, usados para a construção dos Caminhos-de-Ferro de Benguela e da estrada.

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