A província continua a registar casos reativos à pandemia, quando se sabe que o início de testes definitivos prevalece condicionada a reagentes para o Laboratório de Virologia Molecular, em Benguela.

Os testes positivos, um no Lobito e outro no Cubal, localidades separadas por 170 quilómetros, fazem soar o alarme, impondo limitações na circulação de cidadãos.

Do Cubal, uma semana após o anúncio do caso, chegam sinais de preocupação com Alberto Cassassi, líder comunitário, numa alusão feita ao drama provocado por um jovem vindo de Luanda.

“O maior problema é que não se conseguiu identificar o carro onde ele viajou nem as pessoas com as quais viajou. A polícia está à procura, mas não sei se vai ser possível. A vida segue na sua normalidade”, sublinha Cassassi.

Quanto ao Lobito, onde uma cidadã de 37 anos tem a doença, o diretor do Gabinete Provincial de Saúde e membro da Comissão Multissectorial de Combate à Covid-19, António Manuel Cabinda, fala das medidas em curso.

“O levantamento continua a ser feito, por isso é que as nossas equipas estão a trabalhar para evitar que haja movimentação de pessoas e abandono de locais de residência”, assinala aquele médico.

A falta de reagentes no Laboratório de Virologia Molecular do Hospital Geral de Benguela, associada à pressão no mercado internacional, continua a condicionar a realização de testes de RTPCR, os testes definitivos.

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