As medidas, segundo a corporação, passam pelo reforço de efectivos da ordem pública e defesa, bem como o alargamento do cordão defensivo naquela localidade que delimita as províncias do Zaire e do Bengo.

Durante o mês de Junho, refere a corporação, em nota enviada à ANGOP, foram detidas duas cidadãs oriundas da capital do país (Luanda) e que pretendiam atingir a RDC para fins comerciais.

“São cidadãos que geralmente utilizam caminhos clandestinos para atingirem a província do Zaire e daqui seguirem para o país vizinho”, explica a corporação, prometendo endurecer as medidas para contrapor essa tendência.

Entretanto, habitantes da vila piscatória do Nzeto, a 230 quilómetros da cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, denunciaram a presença de cidadãos que frequentemente escalam a sede municipal, vindos da capital do país.

Em declarações à ANGOP, os munícipes afirmam que muitos destes cidadãos usam caminhos clandestinos a partir do município do Ambriz (Bengo) para atingir o Nzeto e daí seguir viagem para o interior da província do Zaire.

André Monteiro, ancião de 70 anos de idade, disse que, para além de cidadãos oriundos de Luanda, cruzam também a vila do Nzeto habitantes de outras localidades do Zaire que se deslocam à capital do país para fins comerciais.

Segundo denunciou, muitos escalam a vila do Nzeto na calada da noite para escaparem do controlo das forças de segurança e defesa em serviço em diversas localidades da circunscrição.

Pedro Nsuka, jovem de 27 anos, acusou alguns motoristas de camiões de facilitarem a violação de cerca sanitária de Luanda, com o presumível envolvimento de alguns agentes da corporação destacados no posto de controlo do rio Loge.

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