Em nota, distribuída à ANGOP, em resposta a detenção, sábado último, de supostos pastores desta denominação religiosa, por desobediência ao Estado de Emergência, em vigor desde às 00h00 de sexta-feira (27), a Igreja Adventista desencoraja qualquer acto de desacato às autoridades.

Esta denominação religiosa, lê-se no documento, está alinhada com o Governo da República de Angola no cumprimento das medidas constantes no Decreto Presidencial sobre o Estado de Emergência Nacional, exarado pelo Presidente da República, João Lourenço, no passado dia 26.

Pois, “a Igreja Adventista do 7º Dia considera a saúde como uma das principais áreas de actuação, desde o seu estabelecimento em Angola, em 1924, daí a razão de reiterar o seu compromisso com a sociedade angolana, em particular com o Governo no combate a esta pandemia”.

Neste sentido, tem sensibilizado os seus fiéis, através dos meios ao seu dispor: telefones, comunicação pessoal, editais administrativos, redes sociais, programas radiofónicos e outros, sobre as medidas de prevenção do Covid-19, que infectou, em Angola, sete pessoas, duas das quais morreram no último sábado.

“Aproveitamos, com efeito, esclarecer que os supostos membros detidos, na províncias do Huambo (quatro), são apenas simples membros e não pastores, enquanto que os sete do Bié, apesar de adorarem também no sábado, não pertencem a Igreja Adventista do 7º Dia, que, por sua vez, em cumprimento das medidas de restrição adoptou pelo culto familiar, de modo a colmatar a reunião congregacional”, refere a nota.

Estabelecida em Angola em 1924, a Igreja Adventista do 7º Dia tem como principal missão pregar o evangelho, ajudar no resgate de valores morais e éticos, “livrar” o homem do pecado, com foco na educação, saúde e outras actividades sociais.

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