Esse plano surge pelo facto de haver cidadãos que a todo custo tentam esquivar-se após a ponte, utilizando atalhos antes do controlo e surgirem alguns quilómetros após a fiscalização, apanhando um outro meio de transporte já no território do Cuanza Sul, seguindo à cidade do Sumbe ou outra província.

No final de uma constatação que Job Capapinha efectuou hoje, segunda-feira, ao posto de controlo do Rio Longa, disse que vai encetar contactos com responsáveis das províncias fronteiriças de Luanda, Cuanza Norte e Benguela para juntos reverem a estratégia do asseguramento dos seus controlos.

“O que vimos aqui e acordamos com o comando da polícia e toda comissão técnica provincial, devemos aconselhar a comissão interministerial, no sentido de nos permitir realizar com urgência, um encontro trilateral com vista a travarmos tentativas de fuga dos controlos”, disse.

Os 60 efectivos de vários órgãos de defesa e segurança e os oito técnicos da saúde, no posto do Longa, têm frustrado diariamente várias tentativas de violação da cerca de sanitária, sem justificação plausível, de cidadãos vindos de Luanda com destino ao Cuanza Sul, Benguela ou Huila.

No posto policial do Longa, todos os transeuntes lhes são medidas a temperatura, seguindo-se uma pequena entrevista sobre o seu itinerário e objectivos.

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