Na ronda efectuada na manhã desta quarta-feira, pela ANGOP, verificou-se longas filas de pessoas nos postos de venda de gás de cozinha (postos com ou sem gás) e a circulação de muitas pessoas nas principais artérias da sede municipal da Matala com garrafas de gás.

O munícipe José Copeque disse que já está há dois dias a procura de gás de cozinha, mas não consegue, sendo que a sua alternativa tem sido o carvão.

Um outro cidadão, Matias Chicolo, disse que os preços do gás ainda não foram alterados, mas é preocupante o facto de há três dias Matala registar escassez desse produto, o que tem causado muitas enchentes no único posto que vende de forma intermitente.

Rosalina Ndala pediu aos responsáveis pelo fornecimento do gás de cozinha no sentido de rever a situação, porque as famílias estão a passar momentos difíceis.

Mário  Kessongo disse que o seu posto recebia três carregamentos por semana, mas há já 14 dias que não recebe.

Um outro revendedor, Paulo Efikepunie, disse que em uma semana recebeu somente 70 garrafas, o que em si é ínfimo para as necessidades actuais.

O município da Matala dista a 180 quilómetros a leste do Lubango e tem uma população estimada em mais de 260 mil habitantes.

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