Na manhã de ontem, as duas associações, juntas, foram ter com as famílias mais vulneráveis do bairro Progresso 5 Fio, na Cidade do Kilamba, onde fizeram doações e deram formação e dicas sobre como uma pessoa se pode prevenir da COVID-19, ao mesmo tempo que alertaram sobre a gravidade da doença.

Consigo levaram, sabão e lixívia, produtos que foram distribuídos por mais de 250 famílias daquele bairro. Tudo o que as associações pediram aos moradores foi um minuto do seu tempo, para explicar o que está em causa com a nova pandemia e os perigos de subestimar a prevenção contra a COVID-19.

O motivo que levou jovens das associações à rua foi a falta de sensibilização e conhecimento de várias famílias, sobre o real problema e as consequências da COVID-19. Apesar do estado de emergência, devido ao surto ter chegado a Angola, há muitas famílias que continuam a sair de casa para atividades normais do dia-a-dia. Isto quando todo o globo, neste momento, atravessa um enorme período de crise sanitária, por conta do novo coronavírus.

Associação

António Felício, porta-voz da Associação Fazer O Bem Sem Fronteiras, ficou satisfeito com a interação das pessoas, mas reconhece que, mediante as dificuldades, nem todos vão cumprir com o que é recomendado nesta altura.

“Estas pessoas precisam de quase tudo. Por mais que façamos alguma coisa, é sempre uma gota no oceano. Por isso decidimos que, para além do sabão e a lixívia, [devíamos] sensibilizar sobre os cuidados que devem ser tomados. Acho que passar a informação nunca é demais”, alertou.

Segundo a mesma associação, na Cidade do Kilamba , mais especificamente o bairro  do Progresso 5 Fio, foi a primeira tiro de partida de uma campanha que quer ir a mais zonas problemáticas.

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