O facto foi tornado público este sábado, pelo comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros no Planalto Central, comissário bombeiro José Pinto, durante a reunião de emergência da Comissão Provincial de Protecção Civil, orientada pela governadora Joana Lina.

Neste período, segundo o oficial comissário bombeiro, 29 casas foram destruídas na totalidade e outras 240, de forma parcial, além de uma igreja, três escolas, igual número de pontes sobre o rio Cunene e 43 muros.

José Pinto informou que as autoridades registaram ainda, embora sejam dados provisórios, a inundação de 10 casas e de 150 hectares, com culturas agrícolas diversas.

O responsável salientou que as 248 famílias afectadas pelas chuvas, nos 11 municípios da província do Huambo, encontram-se a residir em situações precárias, sendo que alguns deles foram abrigados pelos vizinhos e familiares mais próximos.

Perante a governadora da província, na qualidade de coordenadora da Comissão Provincial de Protecção Civil, o comissário bombeiro José Pinto informou que as autoridades identificaram 200 residências em condições de risco estremo, por se encontrem em zonas adjacentes a rios.

Situada no Planalto Central de Angola, com uma área de 35.771 quilómetros quadros, vivem na província do Huambo, cujo período chuvoso do ano dura, aproximadamente nove meses, de 15 de Agosto a 15 de Maio, dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos em 11 municípios.

Tem um clima tropical, com uma temperatura média de 20.2 °C, Dezembro é o mês mais quente do ano, enquanto em Agosto tem uma temperatura média de 18.2 °C, sendo a mais baixa do ano.

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