A instituição recebe anualmente do governo 800 mil Kwanzas, segundo o director-geral daquela formativa do Estado, Inácio das Chagas Rangel, que prestou a informação hoje, sexta-feira, à Angop, nesta cidade, valor insuficiente para os desafios do centro.

Afirmou ser necessário incrementar o orçamento para que se conservem por mais tempo os laboratórios de informática, mecânica-auto, serralharia, assim como outros meios ali existentes, alguns dos quais já desgastados por falta de recursos financeiros.

Defendeu igualmente a necessidade de um concurso público para a admissão de 22 formadores, para reforçar o grupo de 12 já existentes que leccionam em 11 cursos técnico-profissionais.

Anunciou para 2019, a reabilitação e ampliação das infra-estruturas do centro, cuja obras devem arrancar em Janeiro do próximo ano, uma vez que já foi efectuado o levantamento para este fim e dar maior comodidade aos formandos.

Referiu que, actualmente 454 jovens frequentam diversos cursos de formação profissional, com destaque para os de canalização, carpintaria, corte e costura, cozinha e pastelaria, electricidade, informática, mecânica, pedreiro, mesa e bar, serralharia e torno.

O Centro de Formação profissional do Lubango desde 2007, já lançou seis mil e 880 jovens no mercado de trabalho e distribuídos em todo país.