Esse dado foi avançado hoje, segunda-feira, à Angop, pelo chefe em exercício do Arquivo Provincial de Identificação de Civil e Criminal de Malanje, Samuel Mulula, tendo apontado o desinteresse e a negligência de certos pais e outros encarregados de educação como factores que concorreram para o insucesso da campanha.

Segundo o responsável, os postos de registos ficavam quase vazios, durante os quatros sábados em que aconteceram a campanha, por falta de menores para tratar o bilhete de identidade.

Lembrou que a segunda campanha “ BI da Dipanda” abrangeu apenas sete, dos 14 municípios da província de Malanje, devido a questões técnicas.

Fez saber que os municípios contemplados foram Malanje, Cacuso, Calandula, Cangandala, Cambundi- Catembo, Luquembo e Kunda-dia-Base, respectivamente, sendo que estiveram envolvidos na campanha 50 técnicos.

A campanha tem o objectivo de reduzir o número de crianças em idade escolar sem Bilhete de Identidade no país.

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