De acordo com a Procuradoria da República, Calisto Pucuta começou a transmitir a doença em 2013, depois de ter sido diagnosticado com HIV-SIDA.

Segundo a acusação, ele identificava “as suas presas” nas redes sociais, na sua maioria adolescentes. Depois de as conhecer fisicamente aliciava-as com dinheiro e promessas de casamento.

Consta da participação e querela da Procuradoria que o acusado depois de infectar as suas vítimas, comprava o seu silêncio com um apoio financeiro de kz 20.000,00 (vinte mil kwanzas).

Em 2017, Calisto Pucuta, segundo ainda o Ministério Público, com o propósito de disseminar o vírus do HIV-SIDA, “conquistou várias adolescentes”, constituídas ofendidas no processo, com as quais mantinha uma vida sexual activa sem no entanto revelar-lhes o seu estado serológico.

O acusado, de acordo com o advogado Carlos Cabeche, arrisca a uma pena de até 24 anos de prisão maior, por autoria de um crime de transmissão dolosa e intencional de VIH-SIDA.

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