O procedimento foi ordenado pela chefe da polícia Sandra Zacarías, após a denúncia de turistas e moradores da cidade, localizada na tríplice fronteira com o Brasil e a Argentina, e a cerca de 300 quilómetros da capital do Paraguai, Assunção.

"Enquanto eu for chefe da polícia, este tipo de artigos não será vendido. Essa comunidade é pró-vida, pró-família", expressou aos jornalistas.

A apreensão e a interdição das lojas que vendiam estas bonecas ocorreram após denúncias de "cidadãos indignados", explicou o advogado do município, Cristian Cabral.

Um dos denunciantes relatou ter comprado uma das bonecas para dar de presente à filha no Dia de Reis. O brinquedo tinha características femininas externas, como um laço na cabeça e uma roupa de bebé cor-de-rosa, mas ao abrir a caixa (também rosa) em casa, descobriu que no lugar de uma vagina havia um pequeno pénis.

De acordo com Cabral, as medidas adoptadas buscam "resgatar e proteger os valores familiares e os direitos das meninas, que poderiam ser afectados de maneira negativa".

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