Dos afogamentos, 78 foram registados, na sua maioria, em praias proibidas enquanto as outras mortes ocorreram nos rios, lagoas, valas de drenagem de águas fluviais, bacias de retenção, canais e reservatórios domiciliares.

O desrespeito as zonas de proibição e o consumo exagerado de bebidas alcoólicas são apontadas pelos bombeiros como as principais causas dos afogamento, caracterizado de preocupante.

Em declarações hoje, quarta-feira, à Angop o porta-voz do comando provincial do SNPCB, Faustino Minguês, disse que outras 100 pessoas em eminências de afogamento foram salvas.

Em comparação a época balnear anterior, registou-se um aumento de 61 salvamentos efectuados por mergulhadores do projecto Praias Seguras de Angola (PSA) afecto aos SNPCB.

Grande parte dos afogamentos e salvamentos, segundo a fonte, ocorreram em praias dos municípios de Luanda (Ingombota), Belas e Talatona.

A nível de Luanda, o projecto Praia Seguras de Angola (PSA) conta com mais de 200 nadadores salvadores, entre profissionais e voluntários.

Em Luanda, estão autorizadas para os banhistas as praias da Língua, Jembas, Ramiros, Cepa, Rocha das Mangueiras e Mussulo Centro (Belas), Neyuka, parte da  Rua-11, dos Generais, uma parte do Por do Sol (Talatona) e Praia Amélia (Samba), Jango Veleiro, Marinha de Guerra, Tamariz, Rotunda da Floresta (Ingombota) e Vila sede (Cacuaco).

As zonas proibidas e mais frequentadas são a área do Farol Velho e zona sul do Jango Veleiro (Ingombota), Praia Mitcha, Morro dos Veados, Museu da Escravatura, parte da Rua 11 e Quilómetros (Belas), das Lagostas (Sambizanga), CEFOPESCA e Boca do Rio (Cacuaco).

A época balnear começa a partir de 15 de Agosto e encerra a 15 de Maio.