A informação é do delegado provincial das finanças na região, Armindo Faria, em declarações a imprensa local, hoje, no Cuito, após a realização da II Assembleia Geral dos Filiados do Sindicato local dos Trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social, que visou obter informações e elucidar os funcionários do sector da educação sobre o processo.

Tendo em conta os cerca de 900 funcionários ainda suspensos, o governo da província, através do sector das finanças e os demais envolvidos, vão realizar ainda este mês (Junho) outra teste de prova de vida (cadastramento biométrico) a fim de reconfirmar a veracidade dos trabalhadores nos seus locais de serviços.

A realização novamente do cadastramento dos funcionários, sobretudo, na condição de suspensos, visa desencorajar e combater casos de protecionismo por parte dos gestores das instituições, que no seu entender, tem sido complexo identificar simplesmente com a documentação.

Enquanto, permanecer a situação, salientou, os funcionários lesados estão orientados a completar os processos em falta, como por exemplo, guia de início de funções, documentos médicos para os doentes e outros, que atestem a razão da sua suspensão.

Asseverou no entanto, para aqueles supostos funcionários públicos que muitos anos receberam salários, mais que não trabalham serão retirados nas folhas salários, apelando a calma por parte dos afectados, que não serão prejudicados nos locais de trabalho, assim como dos seus honorários.