Há sectores da sociedade preocupados com a possibilidade de danos humanos, sendo certo que as valas de drenagem, uma das causas das tragédias registadas nos últimos anos, continuam com sinais degradantes.

O Serviço de Protecção Civil e Bombeiros trabalha na recolha de dados, mas, a partir do Lobito, o activista Eduardo Ngumbe, líder de uma equipa que faz advocacia social disse haver “um caos total”.

“As viaturas passam nos passeios não no asfalto, porque as estradas estão cheias de buracos, as valas todas cheias de lixo”, disse.

Quanto a consequências para as quatro cidades do litoral, o arquitecto Felisberto Amadofaz notar que apos chuvas ‘’as praias ficam completamente poluídas, sobretudo com plástico, o que preocupa os agentes da pesca”.

“Depois são as doenças, o paludismo e as diarreias. É tudo consequência da drenagem, ninguém faz limpeza’’, disse.

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