Segundo testemunhas, o mamífero foi visto no mar por volta das 16 horas desta quarta-feira, já morto, e acabou sendo arrastado para terra pelas ondas durante a noite.

Entretanto, o Serviço de Bombeiros e Protecção Civil mobilizou os seus meios técnicos e humanos e já removeu o animal, tendo levado quase sete horas de intenso trabalho, devido ao peso da baleia.

Em declarações à Angop, o ambientalista João Buaio adiantou que nesta altura do ano e por influência das alterações das temperaturas das águas oceânicas, as baleias por norma habitam em zonas mais frias.

O especialista disse ainda ser nesta época que parte dos cardumes desloca-se até as zonas dos trópicos (quentes), sendo seguidos pelas baleias.

“Durante o percurso, algumas não têm sido felizes porque acabam por embater em embarcações, ficam presas nas redes dos pescadores e muitas vezes ingerem plásticos que podem influenciar de forma negativa na sua saúde e causar mesmo a morte”, referiu.

Na mesma senda, disse que a baleia quando encalha na praia é porque houve problema de comunicação e acaba por se perder.

A Angop apurou que o animal vai ser incinerado ou enterrado.

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