Conforme o porta-voz do Ministério do Interior, Waldemar José, a medida deve-se ao encerramento, por tempo indeterminado, das fronteiras nacionais, face à proliferação do novo coronavírus em Angola.

De acordo com um Decreto Executivo do Ministério do Interior, a medida aplica-se a documentos caducados, ou que venham a caducar, envolvendo a permanência de estrangeiros, incluindo autorização de residência, cartão de refugiado, visto de investidor, de trabalho, de estudo e visto de permanência temporária.

Quanto aos estrangeiros que entraram e estão em Angola, com visto de turismo ou de fronteira, é assegurada a permanência até a reabertura das fronteiras.

No quadro das medidas de prevenção, Angola fechou as fronteiras (aérea, terrestre e marítima) a 20 de Março, para conter a propagação da doença, que já soma 259 infectados, dos quais 166  estão activos, 83 recuperados e 10 óbitos.

A capital angolana é o principal foco, com 255 casos positivos, desde o mês de Março, altura em que o país registou o primeiro caso.

Além de Luanda, a província do Cuanza Norte tem registados 09 casos positivos.

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