Segundo o porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC)), Lindo Ngola, o facto ocorreu quando a vítima integrava uma patrulha que escoltou um casal que violou a cerca sanitária, até ao centro de quarentena, tendo no local se isolado para atender a um telefonema e de seguida pôr termo a própria vida.

A fonte avançou que o malogrado deixou no bolso da sua farda um bilhete, onde relata a situação das dívidas que contraíra, sendo a mais alta no valor de 300 mil kwanzas de um colega.

De acordo com o porta-voz, a família rejeita tal versão e alega que o agente terá sido morto por colegas, tendo no entanto avançado que as investigações continuam para apurar as reais causas da morte.

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