Ao telefone, a partir de Lisboa, onde vive desde a década de 1990, Luísa Fresta conta que trata-se de “uma fábula para ser lida em família, uma narrativa com uma linguagem simples, sobre um congresso de pássaros, que acontece em Benguela, uma cidade costeira de Angola, com grande significado para mim, porque é onde nasceu o meu pai”.

Esse congresso, explica “serve de pretexto para discutir temas de interesse das aves (…) são as aves que procuram soluções para os seus problemas, como a extinção das espécies, racismo, ostentação, relacionamento entre as aves, o que pode ser transposto para os problemas que os humanos enfrentam”.

A autora diz que não há grande distância entre a ficção presente no seu livro e a realidade, aliás “as fábulas sempre foram usadas para nos trazer uma forma diferente de olhar os nossos problemas através dos animais.”

Acompanhe a entrevista com a escritora que diz ser “uma optimista incorrigível”:

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